Essa duvida, duvida de se o sentimento volta, do que vai ser daqui pra frente, medo das consequências, medo de estar fazendo errado, e quem me dera se fosse só o medo, é que é realmente saber o que eu sinto, na verdade sentimentos nuca foram fáceis, nem de explicar nem de sentir, duvida ? é, mas sabe tudo isso uma hora há de passar, tem que passar, a final tudo passa não é mesmo, mas tenho medo de pro ser verdadeiro não ir, ou até mesmo voltar.
“A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.
“Pare de correr atrás, pare de se importar. Seja indisponível, desapegue. Pessoas gostam, do que não têm.